“Na primeira noite, eu já fui espancada. Uma das presas colocou a caneta no meu ouvido e ia me bater com chinelo, mas uma outra não deixou. Então, ela quebrou a caneta no meu ouvido. Mas a lesão que tive na audição foi por causa das pancadas que levei na cabeça. Dali, fui para UTI. Tive traumatismo craniano, a mandíbula e clavícula quebradas.” - É assim que Daniele Toledo do Prado, 25 anos, se lembra da primeira noite em que foi presa após ser acusada de matar a filha com uma overdose de cocaína.