“Na primeira noite, eu já fui espancada. Uma das presas colocou a caneta no meu ouvido e ia me bater com chinelo, mas uma outra não deixou. Então, ela quebrou a caneta no meu ouvido. Mas a lesão que tive na audição foi por causa das pancadas que levei na cabeça. Dali, fui para UTI. Tive traumatismo craniano, a mandíbula e clavícula quebradas.” - É assim que Daniele Toledo do Prado, 25 anos, se lembra da primeira noite em que foi presa após ser acusada de matar a filha com uma overdose de cocaína.
Pauta PUC: Política
Blog do "Pauta PUC", grupo formado por estudantes do 2º período (1º ano) do curso de jornalismo da PUC-SP. Os textos aqui publicados fazem parte da disciplina "Processos políticos contemporâneos" e serão avaliados pelo professor para composição de nota semestral. Entretanto, as ideias aqui compartilhadas devem ser vistas pelos leitores que aqui chegarem como ponto de partida (e material) para discussão e, portanto, argumentação livre e embasada. Habemos debate!
6 de dezembro de 2010
15 de novembro de 2010
O aqui e o agora dos norte-americanos
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| Alex Webb, Magnum Photos |
Em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos da América assistiram ao desabamento das torres gêmeas do World Trade Center (WTC) em Nova Iorque, um dos lugares-símbolo do poder econômico sustentador da hegemonia estadunidense. Os ataques terroristas de 11 de setembro, como ficaram conhecidos, foram uma série de ataques suicidas coordenados pela Al-Qaeda, grupo terrorista islâmico que tem como líder Osama Bin Laden. Semanas depois dos ataques, estimou-se que o número real de vidas perdidas foi de mais de 6.000 pessoas.
O ritmo e o tom da dissidência na China
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| Luba Lukova |
Liu Xiaobo, vencedor do prêmio Nobel da Paz de 2010, nascido em 28 de dezembro de 1955 na província de Jilin na República Popular da China, é um intelectual e ativista pelos direitos humanos e por reformas em seu país. O ativismo político de Xiaobo recebeu reconhecimento internacional: em 2004, a ONG Repórteres sem Fronteiras entregou-lhe o prêmio Fondation de France, por defender a liberdade de imprensa e, em 2010, Liu foi indicado ao Nobel pela sua atuação em defesa dos direitos humanos.
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